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Se Deus é amor e, ao mesmo tempo, Todo poderoso, por que Ele permite o sofrimento?


Deus NÃO TEM PODER para frear o mal? Deus QUER o mal da humanidade?


Nem um, nem outro.

O fato de pessoas sofrerem e morrerem não faz de Deus um Ser que não tem poder, ou que deseja o mal dos homens.


O problema dessa análise é que faz sob uma perspectiva humana sobre sofrimento. Desde o cientificismo, o homem acredita que pode explicar TUDO que acontece no universo, e todas as explicações o colocam no centro. Tanto como avaliador, assim como aquele que experimenta os fenômenos.

Podemos confiar nessa análise? Quem é o “padrão ouro” que garante que a análise humana está correta? O instrumento de avaliação nunca pode ser da mesma natureza do objeto avaliado. Réguas não medem réguas. Qual delas estaria certa? Portanto, o homem não pode garantir que ele esteja certo.


Imagine a seguinte situação: 10 crianças de 7 anos vivendo em um orfanato. Estão ali desde que nasceram. Nunca tiveram um contato sequer com o mundo lá fora. Não têm televisão, nem internet. Os tutores não falam sobre uma vida lá fora. A análise destas crianças sobre a vida estará circunscrita àquela situação. Para elas, aquilo é a totalidade da vida. Porque elas sequer imaginam que exista um mundo lá fora. Até que um dia se deparam com uma revista qualquer e se perguntam: “será que existe algo além do ‘nosso mundo’?”

Somos estas crianças. Será que existe algo além do nosso mundo?


Agora, faça uma análise do sofrimento sob outra ótica. Não mais sob a perspectiva do homem, circunscrita ao que ele vê. Mas sob a perspectiva de um “suposto” Criador.


Segundo a “revista” que chegou a nós, existe Alguém que está no controle de todas as coisas que acontecem. Segundo ela, a vida vai muito além das paredes deste “orfanato” chamado terra. Aqui, passaremos poucos anos, mas chegará um dia que iremos para a “rua” e, lá, viveremos para sempre.


Voltando às questões iniciais. O mal que vivemos AGORA é, portanto, um APARENTE MAL. EXPERIMENTAMOS o sofrimento e nos PARECE mal. Assim como as crianças no orfanato que que sofriam por qualquer questão e pensavam que não havia nada além daquilo. Da mesma forma o nosso sofrimento na terra. Então, o ápice do sofrimento humano - a morte - não é o fim, portanto, não é má.

Se creio que exista uma “vida lá fora”, devo encarar a morte não como o fim, mas como o INÍCIO do tempo que não terá fim. Então, a morte não é algo ruim, mas BOM!


Aliás, depende. Bom para aqueles que viverão no céu. Ruim para aqueles que estarão no inferno. Segundo a “revista” há estes “dois novos mundos”.


Deseja ir para o “mundo bom”?


"...se com a tua boca confessares Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo" (Romanos 10.9).

Então, o mal que EXPERIMENTAMOS agora, é APARENTE. Ele redundará em um bem maior, mas na ETERNIDADE. Essa é a ótica de Deus. O sofrimento momentâneo de 15 dias no ventilador mecânico dentro de uma UTI não se compara com a Glória de estar com Jesus, na eternidade.

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