top of page

Cooperadores do evangelho

O Evangelho genuíno é sobre o que foi feito por nós, não pelo que podemos fazer por nossa salvação. Paulo, antes um zeloso seguidor das leis, percebeu que a salvação vem do mérito de Jesus, apaixonando-se por essa verdade. Sua vida se tornou sobre compartilhar essa mensagem, independentemente do custo. Embora nem todos tenham o dom de evangelizar, todos os seguidores de Cristo têm a responsabilidade de espalhar o Evangelho. A igreja existe para divulgar o que Deus fez, não para ser um clube exclusivo. Nosso propósito principal é anunciar o Evangelho, enquanto cuidamos uns dos outros naturalmente. Em resumo, nossa parte na salvação é crer em Cristo, mas é crucial proclamar essa mensagem. Em I Coríntios 9: 19-23 ¹⁹ porque, embora seja livre de todos, fiz-me escravo de todos, para ganhar o maior número possível de pessoas. ²⁰ tornei-me judeu para os judeus, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, tornei-me como se estivesse sujeito à lei, (embora eu mesmo não esteja debaixo da lei), a fim de ganhar os que estão debaixo da lei. ²¹ Para os que estão sem lei, tornei-me como sem lei (embora não esteja livre da lei de Deus, mas sim sob a lei de Cristo), a fim de ganhar os que não têm a lei. ²² Para com os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns. ²³ faço tudo isso por causa do evangelho, para ser coparticipante dele.

O verdadeiro Evangelho não é apenas conhecer, mas viver. Paulo compreendeu que sua liberdade em Cristo o capacitava a adaptar-se para alcançar diferentes grupos, sem comprometer a essência da fé. Sua missão era alcançar o maior número de pessoas possível, adaptando-se tanto aos judeus quanto aos gentios para compartilhar o Evangelho. Ele não se via preso a leis humanas, mas sua consciência estava submissa a Deus. Seu exemplo desafia nossa relutância em servir aos outros por medo ou religiosidade. Paulo viveu para a glória de Deus, focado em seu propósito: proclamar o Evangelho. A questão essencial é como estamos vivendo nossa vida e se estamos priorizando o que realmente importa diante da eternidade.





Viver a missão integralmente significaria moldar nossas vidas em prol de propagar o Evangelho. Paulo exemplificou isso ao adaptar-se para alcançar diferentes pessoas sem comprometer a essência da mensagem. Ele se via como servo de todos, adaptando-se para salvar alguns, mostrando empatia e flexibilidade metodológica para compartilhar a fé. O objetivo primordial de Paulo era salvar vidas, não apenas ensinar ou moralizar. Sua vida girava em torno de anunciar o Evangelho, não buscando seguidores para si, mas para Cristo. Ele entendia que a maior necessidade das pessoas era o afastamento de Deus e apresentava a solução: o amor divino e a salvação por meio de Cristo. Vivendo para a glória de Deus, ele via sua liberdade como uma ferramenta para anunciar a mensagem da salvação, algo que muitas vezes negligenciamos em busca de outros objetivos na vida.

Paulo não era movido por interesses materiais ou posições de poder. Seu único objetivo era ganhar pessoas para Cristo. Ele estava disposto a abrir mão de privilégios se isso atrapalhasse a pregação do Evangelho. Sua paixão por Jesus o fazia desconsiderar as ofertas deste mundo, enxergando além do que o dinheiro pode oferecer, permitindo que o Senhor reinasse em sua vida. Ele ansiava por uma visão clara e um propósito definido, ignorando distrações religiosas em busca da verdadeira graça de Deus. Paulo e outros teólogos destacam a necessidade da misericórdia divina, pois todos estão debilitados pelo pecado e dependem da graça de Cristo para a salvação. O cerne é a compreensão da transformação pela graça de Jesus, que justifica e redime, nos aproximando de Deus quando estávamos distantes por conta do pecado.

Tudo que somos e temos é resultado da eterna misericórdia de Deus, que nos concede salvação. Jesus Cristo, plenamente Deus e plenamente homem, veio ao mundo de forma singular, encarnando-se para habitar entre nós. Ele escolheu nascer em Belém, concebido pelo Espírito Santo, tornando-se fraco para se identificar conosco. O Evangelho que trago é a boa notícia de que há salvação para quem se arrepende e confessa a Cristo como Senhor. É uma mensagem vivida e proclamada pela igreja, uma comunidade de pecadores totalmente perdoados pela graça de Deus. Esta noite, reconheçamos nossos pecados e a misericórdia presente de Deus.

21 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Comments


bottom of page